All Rights Reserved!! *Idéias e pensamentos confusos, sem começo ou fim*: dezembro 2005

sexta-feira, dezembro 23, 2005

RAZÕES DO CORAÇÃO... by http://lenablog.zip.net/

Eu não sei se posso dizer que sei amar.
Só sei que não sei fugir.
Por isso, não tente me parar.
Não me peça para não ir.
Não me diga para tomar cuidado, eu não sei amar mais ou menos.
Quando eu decido, eu vou.
Me entrego, me arrisco, azar meu, sorte minha que nasci assim:
me guio mais pelo sentimento do que pela razão.
E meu coração não conhece as razões pelas quais ele deveria se conter,
ele simplesmente pulsa...
Embora a minha razão teime em querer controlar o que sinto.
Afinal, amor não tem garantias.
Pode começar do nada, pode acabar de repente, pode não ter fim.
Mas tem sempre o meio.
E o meio tem descobertas, tem sabores, nem sempre doces...
Mas eu quero que você perceba.
Eu quero alimentar o que temos só com o que há de melhor.
Eu quero te mostrar muitas coisas, sentir cada gosto, saborear cada momento e depois jogar a receita fora.
(Nada de banho-maria!).
O amor não tem regras, o desejo não tem limites.
Minha boca é do tamanho do meu coração.

quinta-feira, dezembro 22, 2005

ACREDITEM EM PAPAI NOEL

E nossa vida se revelou para nós, de forma lenta mas implacável,
fazendo-nos perder o medo do escuro, mas também nos revelando algumas verdades amargas.
E foi assim que em algum dezembro, deixamos de lado aquela nossa ansiedade infantil,
que ao pé de um pinheirinho iluminado, passava e repassava os detalhes de nossa cartinha,
o relatório de nosso comportamento.

E agora acreditamos em que?

Não acreditamos em Papai Noel e acreditamos em alguns políticos,
em repartições públicas e no nosso compromisso moral de pagar as contas do final do mês.
Então, humildemente, eu arrisco dizer - Acredite em Papai Noel.

Se você não conseguir acreditar, olhe mais além,
e procure ao invés de um velhinho de barbas brancas, um bom coração.
Garanto que você o encontrará.

Se ainda não conseguir, olhe mais acima, e esqueça daquela roupa vermelha.
Garanto que você encontrará alguém demonstrando um carinho especial por alguma criança.

Ainda não? Então olhe mais abaixo. Esqueça de trenó e renas.
Olhe com atenção e você verá alguém com profundas dificuldades financeiras dividindo seu quase nada.

Mas você ainda acha difícil.
Você ainda não quer acreditar.
As amarguras que lhe trouxe a vida enrudeceram seus olhos?
Ou você ainda não superou o trauma criado pela revelação de que o Bom Velhinho não viria?

Seja como for, você pode acreditar.
Olhe então para dentro de você.
Você encontrará uma vontade de fazer bem,
de presentear a todos,
de atender os pedidos.

E provavelmente você não verá trenó voador, mas verá as mágicas que fez na vida para tentar fazer alguém feliz.

Eu acredito em Papai Noel.

Apenas não acredito que ele era como falavam em minha infância.
Mas eu acredito, e apesar de todas as suas dificuldades,
eu sei que ele se fará presente mais esse ano.

Acredite.

Feliz Natal, e que no ano de 2006, você possa acreditar mais, para ir mais longe e fazer o mundo entender que você é um grande presente.

quinta-feira, dezembro 15, 2005

PQP ... SERÁ QUE É LINDA A MUSICA???

Por favor, não diga “eu te amo”
Estas palavras me tocam profundamente
E fazem meu âmago estremecer
Não pense que você sabe o efeito que tem sobre mim
E por favor, não me olhe desse jeito
Isso só faz com que eu queira fazer você ficar perto de mim sempre

Por favor, não me beije tão docemente
Isso me faz desejar milhares de beijos a seguir
E por favor, não me toque desse jeito
Faz todos os outros abraços parecerem superficiais e sem graça
E por favor, não chegue tão perto
Isso só faz com que eu queira fazer você ficar perto de mim sempre

Por favor, não me traga flores
Elas só sussurram as coisas doces que você me diria
Não tente me entender
Suas mãos já me conhecem muito de qualquer maneira.
Isso só faz com que eu queira fazer você ficar perto de mim sempre

E quando você olha nos meus olhos
Por favor, saiba que meu coração está em suas mãos
Não é nada que eu entenda, mas quando em seus braços
Você tem completo poder sobre mim
Então seja gentil se puder, porque
Suas mãos estão no meu cabelo, mas meu coração está nos seus dentes
E isso faz com que eu queira fazer você ficar por perto sempre

Eu quero estar perto de você sempre !!!

Jewel - Near You Always

* NA REAL... NÃO PRECISA DIZER MAIS NADA...

sábado, dezembro 10, 2005

A DESPEDIDA DO AMOR



Existe duas dores de amor.

A primeira é quando a relação termina e a gente, seguindo amando, tem que se acostumar com a ausência do outro, com a sensação de rejeição e com a falta de perspectiva, já que ainda estamos tão envolvidos que não conseguimos ver luz no fim do túnel.

A segunda dor é quando começamos a vislumbrar a luz no fim do túnel.
Você deve achar que eu bebi.
Se a luz está sendo vista, adeus dor, não seria assim? Mais ou menos.
Há, como falei, duas dores.
A mais dilacerante é a dor física da falta de beijos e abraços,
a dor de virar desimportante para o ser amado.

Mas quando esta dor passa, começamos um outro ritual de despedida:
a dor de abandonar o amor que sentíamos.
A dor de esvaziar o coração, de remover a saudade, de ficar livre, sem sentimento especial por ninguém.

Dói também.

Na verdade, ficamos apegados ao amor tanto quanto à pessoa que o gerou.
Muitas pessoas reclamam por não conseguir se desprender de alguém.
É que, sem se darem conta, não querem se desprender.
Aquele amor, mesmo não retribuído, tornou-se um souvenir de uma época bonita que foi vivida, passou a ser um bem de valor inestimável, é uma sensação com a qual a gente se apega.
Faz parte de nós.
Queremos, logicamente, voltar a ser alegres e disponíveis,
mas para isso é preciso abrir mão de algo que nos foi caro por muito tempo, que de certa maneira entranhou-se na gente e que só com muito esforço é possível alforriar.
É uma dor mais amena, quase imperceptível.
Talvez, por isso, costuma durar mais do que a dor-de-cotovelo propriamente dita.

É uma dor que nos confunde.

Parece ser aquela mesma dor primeira, mas já é outra.

A pessoa que nos deixou já não nos interessa mais, mas interessa o amor que sentíamos por ela, aquele amor que nos justificava como seres humanos, que nos colocava dentro das estatísticas:
eu amo, logo existo.
Despedir-se de um amor é despedir-se de si mesmo.
É o arremate de uma história que terminou, externamente, sem nossa concordância, mas que precisa também sair de dentro da gente.
(Martha Medeiros)

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* texto que combina exatamente com oq estou passando... sinto que estou na segunda dor... e olha... como o texto mesmo fala... DÓI TANTO!!!